segunda-feira, 1 de outubro de 2007

VOTAÇÃO NO SENADO

Companheiro... é preciso restaurar a ética e a dignidade. O que vemos acontecer no Congresso ou no Senado, tantas vezes nos envergonha quanto nos faz pensar. Já não se busca mais a justiça social, mas somente o beneficio próprio. O país vive uma crise de pessimismo, apatia, inércia. É preciso que haja uma reação ao que está acontecendo. O dia do julgamento do presidente do Senado Federal começou com atos de pugilismo com nossos representantes trocando socos e pontapés “uma cena típica de pessoas sem educação, sem equilíbrio emocional” e terminou com abstenções e votos secretos que querem privar o eleitorado de conhecer quem são e para que vieram aqueles que elegemos para nos representar. 
O que percebemos foi que, sob o manto do voto secreto, e com instinto de autopreservação, grande parte envolvida com outros tipos de denúncias, manteve o cidadão na descrença nas instituições.
É preciso restaurar a ética e a dignidade, porque as instituições têm a cara do povo. Somos o Brasil, somos Bocaiúva. Não nos pode faltar a indignação, o grito e atitudes por mudança. É preciso rever os critérios que utilizamos para escolher aqueles para quem vamos dar o nosso voto. É preciso avaliar desempenho e trajetória. É preciso que a sociedade deseje que a justiça realmente aconteça. É preciso que sejamos senhores de nossa história, e que não aceitemos as decisões de políticos, juízes, promotores e administradores corruptos que em favor de interesses pessoais acabam por prejudicar a população. Temos que acreditar que ainda é possível sonhar e reescrever a história com fé, coragem e esperança, para construir uma nação independente e justa. Um país que seja a cara e o orgulho dos brasileiros. Por isso, na hora de votar pense muito bem, avalie; e sem paixões cegas, escolha aqueles que realmente podem administrar em favor de todos. Depois das eleições temos o péssimo hábito de reclamar dos políticos, nossos governantes. Os políticos não se elegeram; fomos nós que votamos neles. O político não faz concurso, ganha votos: o seu o meu! Pense Nisso!

 Um abraço,
 Delson Oliveira

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